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Suspeito de esfaquear colega durante discussão política em Araçatuba é preso; Justiça mantém prisão preventiva

Auxiliar de cozinha se apresentou à polícia acompanhado de advogado. Crime ocorreu em uma padaria e foi registrado como tentativa de homicídio.

O auxiliar de cozinha Fábio Luis Rosa Pedão, de 48 anos, suspeito de esfaquear um colega de trabalho durante uma discussão por divergências políticas em Araçatuba (SP), foi preso na noite de quarta-feira (4 de novembro).

Segundo informações divulgadas pelo g1, o investigado se apresentou à polícia acompanhado de um advogado e foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Lavínia.

Na quinta-feira (5), durante audiência de custódia, a Justiça manteve a prisão preventiva do suspeito.

Discussão terminou com trabalhador ferido

O episódio ocorreu em 29 de outubro, dentro de uma padaria de Araçatuba.

Conforme o boletim de ocorrência citado na reportagem, Fábio se desentendeu com um chapeiro de 33 anos no corredor próximo à cozinha do estabelecimento.

O registro policial aponta que o suspeito teria aproveitado o momento em que a vítima estava de costas para desferir golpes de faca nas costas e no abdômen do colega.

Um vídeo gravado por um cliente registrou parte da confusão.

Vítima foi socorrida à Santa Casa

Após o ataque, o trabalhador ferido foi socorrido e encaminhado à Santa Casa de Araçatuba, onde apresentou quadro clínico estável, segundo as informações divulgadas.

O suspeito deixou o local e permaneceu sem contato com as autoridades por aproximadamente seis dias, até se apresentar à polícia.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio.

Investigação e situação judicial

A motivação política é apontada nas informações divulgadas sobre o desentendimento, mas as circunstâncias e responsabilidades deverão ser examinadas no processo.

Até a publicação da reportagem utilizada como referência, o g1 informava que buscava contato com a defesa do investigado.

A manutenção da prisão preventiva não representa condenação. O suspeito permanece amparado pela presunção de inocência até decisão judicial definitiva.

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