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Mulher morre durante operação policial em Castilho; causa da morte será investigada
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Mulher morre durante operação policial em Castilho; causa da morte será investigada

Sidina Carvalho, de 59 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória durante cumprimento de mandado de busca e apreensão e morreu após tentativas de reanimação.

Uma operação policial realizada na região central de Castilho (SP), na quinta-feira (8), terminou com a morte de Sidina Carvalho, de 59 anos. A mulher completaria 60 anos nesta sexta-feira (9). As circunstâncias do falecimento deverão ser esclarecidas por exames periciais.

A ação, identificada como Operação Presença, contou com a participação da Polícia Civil e apoio da Polícia Militar, durante o cumprimento de um mandado judicial de busca e apreensão em uma residência.

Segundo informações repassadas à reportagem do Roni Paparazzi, durante a diligência foram encontradas substâncias apontadas como drogas. Um homem descrito como usuário também estava no local. O cão farejador do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) foi empregado nas buscas. A quantidade, a natureza das substâncias e eventuais apreensões ainda precisam de confirmação oficial.

Mulher passou mal durante a diligência

Conforme termo de declarações prestado à Polícia Civil, Sidina estava consciente e respondia normalmente quando foi observada, inicialmente, conversando com a delegada Fernanda Perez.

Posteriormente, policiais informaram que a mulher havia apresentado mal-estar, perdido a consciência e caído ao chão.

O jornalista e bombeiro civil Roni Paparazzi, que acompanhava a movimentação policial, foi acionado para auxiliar no atendimento de emergência.

Ao entrar na residência, encontrou Sidina caída na varanda, sem resposta aos chamados e apresentando salivação excessiva.

Durante a avaliação inicial, não foi identificado pulso perceptível, sendo imediatamente iniciadas manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP).

Tentativas de reanimação

O documento policial registra que houve uma tentativa de acionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), pelo telefone 192, por volta das 17h12, sem sucesso naquele momento.

Diante da situação, foi solicitado apoio por meio de um grupo de atendimento de emergência.

As compressões torácicas foram mantidas até a chegada da equipe de resgate do Corpo de Bombeiros, que assumiu conjuntamente os procedimentos de suporte à vida.

As manobras continuaram durante o transporte até a unidade hospitalar. Apesar dos esforços, o óbito foi constatado pela médica responsável.

Causa da morte depende de exames

O termo de declarações também registra informações anteriores sobre crises de ansiedade e possíveis problemas cardíacos preexistentes da vítima. Esses antecedentes, entretanto, não permitem determinar a causa do falecimento.

Exames necroscópicos e, conforme a investigação, toxicológicos poderão contribuir para esclarecer o que provocou a parada cardiorrespiratória.

Até o momento, não há elementos suficientes no material apresentado para afirmar que a morte tenha sido causada por infarto, intoxicação por drogas ou qualquer outra condição específica.

A reportagem aguarda informações oficiais complementares sobre o resultado da operação e os procedimentos adotados para esclarecer a morte.

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