Ocorrências policiais

Mulher morre após cair da garupa de moto e ser atropelada em rodovia

Hojemais Araçatuba

A dona de casa Francielen da Silva, 30 anos, moradora no bairro Novo Parque São Vicente, em Birigui (SP), morreu ao ser atropelada após cair da garupa de uma moto, na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Osvaldo Cruz.

O acidente aconteceu na madrugada de domingo (26) e o condutor da moto, que também é de Birigui, não possui carteira de habilitação.

Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares rodoviários foram chamados pouco antes da 1h, e informados sobre um acidente com morte no quilômetro 569,8 da estrada, entre os trevos da cidade de Osvaldo Cruz.

No local eles encontraram uma moto Honda Titan e um GM Vectra, que era conduzido por um comerciante de 53 anos, morador em Tupã. Ele contou que seguia com o carro sentido Adamantina/Tupã, tendo a esposa como passageira.

Contramão

De acordo com ele, de repente a moto que estava no sentido contrário invadiu a pista dele, caiu no asfalto e o carro passou sobre algo que ele não conseguiu identificar.

Logo após o atropelamento o comerciante estacionou o veículo e viu que havia atropelado uma mulher. Ainda de acordo com ele, em seguida o ajudante de 27 anos, morador no Recanto dos Pássaros, em Birigui, apareceu carregando a moto.

Ele tinha várias lesões e foi solicitado auxílio da unidade de resgate, a qual o levou para a Santa Casa de Osvaldo Cruz.

Morreu

Os policiais confirmaram a morte da mulher e o Instituto de Criminalística foi acionado para realização de perícia no local e nos veículos. Em seguida, o corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) para exame necroscópico.

Os policiais também estiveram no hospital, onde constataram que o condutor da moto não é pessoa habilitada para a condução de motos.

Sobre o acidente, ele disse que momentos antes do atropelamento, perdeu o controle do veículo devido a um pequeno desnível no asfalto, ocorrendo a queda.

Bebeu

Ele fez o teste do bafômetro, que segundo a polícia apontou 0,21 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, índice inferior a 0,33 miligrama, que é o limite para a prisão em flagrante por embriaguez ao volante. Por isso, foi feita apenas a autuação e o investigado responderá administrativamente.

O caso foi registrado como homicídio culposo (sem intensão) na direção de veículo e dirigir sem habilitação.

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