Castilho

PREFEITA FÁTIMA EXIGE QUE ÁGUAS CASTILHO INSTALE VÁLVULA NOS HIDRÔMETROS: Empresa diz que buscará reuniões de pacificação

Por determinação da Prefeita Fátima Nascimento, a empresa Águas de Castilho está obrigada, por força da Lei 2837/2019, a instalar válvulas de retenção de ar nos hidrômetros residenciais e comerciais da cidade. A instalação do equipamento não deve gerar nenhum custo para o consumidor e a fiscalização será de responsabilidade da ARSAE (Agencia Reguladora do Serviço de Água e Esgoto). Caso descumpra com a Lei, a concessionária Águas de Castilho estará sujeita a multa e cassação do alvará.  

 “Está provado que sem o bloqueador de ar não se pode garantir a qualidade do abastecimento, porque os eliminadores de ar ou ventosa tendem a diminuir as altas taxa de água”, diz a Prefeita Fátima.  Segundo ela, esse ar passa pelos hidrômetros e quem paga é o consumidor. Na justificativa de apresentação do projeto, Fátima destacou que “é uma situação absurda e injusta, afinal o consumidor paga para receber água e acaba pagando pelo ar”.

Aprovada no início deste mês por todos vereadores, a referida Lei deverá ser cumprida imediatamente. A concessionária do serviço público deverá instalar, por solicitação do consumidor, equipamento eliminador de ar na tubulação que antecede o hidrômetro de seu imóvel. “As válvulas devem ser instaladas numa distância de até 200 milímetros”, diz a Lei.  

De acordo com o artigo 5º da Lei, a empresa Águas de Castilho deverá dar ampla divulgação sobre a instalação das válvulas, inserindo divulgação ao consumidor por meio de informação impressa na conta mensal de água, emitida pela empresa, nos seis primeiros meses da publicação da Lei, bem como em seus materiais publicitários. 

Para a Prefeita Fátima, muitas vezes há cobranças abusivas já que moradores relatam que mesmo quando não há abastecimento de água, o relógio do hidrômetro continua girando. 

“Temos consciência do sofrimento de nossa gente com o pagamento das altas taxas de água que a concessionária tem cobrado dos consumidores, desde o ano de 2010, das famílias castilhenses”, se solidaria a Prefeita. “Temos estudado com especialistas na matéria a forma correta e legal para minimizar o custo da água à nossa população”, completa.

NOTA À IMPRENSA

A Águas Castilho tem ciência da lei municipal nº2837/19 e fará reuniões com a Prefeitura Municipal e Arsae para definir de que forma a mesma será aplicada.

Em paralelo, a empresa está buscando no mercado equipamentos aprovados pelo INMETRO, uma vez que existe o cuidado com a contaminação e a qualidade da água distribuída à população.

Por último, a concessionária está analisando o cálculo do impacto financeiro sobre o contrato de concessão.

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