Regional

OPOSTO: Murutinga do Sul apresenta gestão fiscal crítica e Andradina se destaca com boa gestão

A receita gerada localmente em Murutinga do Sul não é suficiente para custear a Câmara de Vereadores e a estrutura administrativa da prefeitura comandada por Gilson Pimentel, o apontamento é um alerta da edição deste ano do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), lançado nesta quinta-feira (31/10).

Não obstante, o lado oposto do ranking paulista é populado por municípios de pequeno porte. Todas essas cidades (Alvaro de Carvalho, União Paulista, Balbinos, Nova Castilho e Murutinga) encerraram 2018 com mais restos a pagar do que recursos em caixa para quitá-los no ano seguinte e, por isso, receberam nota zero no IFGF Liquidez.

Com baixa autonomia financeira e orçamento rígido – as três últimas colocadas, inclusive, descumprem o limite de 60% da RCL para gastos com pessoal – sobra pouco espaço para a realização de investimentos. De fato, no IFGF Investimentos apenas União Paulista e Nova Castilho não apresentaram desempenho crítico, recebendo classificação difícil.

O IFGF faz referência a 2018 e avalia as contas de 5.337 municípios de todo o país, que concentram 97,8% da população brasileira. Construído com base em dados fiscais oficiais, declarados pelas próprias prefeituras, o índice é composto por quatro indicadores: IFGF Autonomia, IFGF Gastos com Pessoal, IFGF Liquidez e IFGF Investimentos.

SILÊNCIO

Prefeito Gilson Pimentel. Foto: Paparazzi News.

 

 

 

Por telefone o administrador Gilson, se resguardou ao silencio pois não conhece o método de critério utilizado.

 

Prefeita Tamiko Inoue. Foto: Paparazzi News.

Controle garante o desenvolvimento de Andaradina

 

Em Andradina o cenário é diferente com a prefeita Tamiko Inoue, o instituto avalia como uma boa gestão. Na reportagem da Folha da Região ela afirmou que o índice de boa gestão no Firjan reflete o trabalho de gestão responsável da administração. Segundo ela o controle das contas está fazendo Andradina manter um ritmo acelerado de crescimento e investimentos.

“ Aplicamos na educação e na saúde mais do que o exigido pela LRF porque entendemos que é a base. O controle de gastos com pessoal nos permite fazer novos concursos e investir na qualificação do nosso funcionalismo. Tudo isso sem perder o poder de investimento em infraestrutura”, destacou.

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