Ocorrências policiais

Justiça aceita denúncia contra quadrilha envolvida em mega-assalto a empresa de valores que matou policial

A Justiça de Araçatuba (SP) aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público contra 12 dos 18 homens acusados de participação no mega-assalto contra a empresa de valores Protege, em outubro do ano passado.

Com a decisão de agora, os acusados se tornam réus. A Justiça deve marcar a data para ouvir testemunhas de acusação e de defesa e colher os depoimentos dos réus.

Outros três acusados ainda não apresentaram defesa prévia, por isso, a Justiça não se manifestou sobre a denúncia contra eles. Segundo o Ministério Público, 15 suspeitos devem responder por latrocínio consumado, latrocínios tentados, incêndio e explosão.

Ao todo, 14 pessoas já estão presas e quatro continuam sendo procuradas.O crime
A polícia investigou por nove meses como a quadrilha planejou o roubo à empresa Protege em Araçatuba, em 16 de outubro de 2017. Cerca de 30 criminosos incendiaram veículos para bloquear a saída de viaturas do quartel da Polícia Militar, que fica perto do local do roubo.

Os suspeitos também atiraram contra a entrada do quartel para impedir a saída dos policiais, e houve troca de tiros. Na sequência, outro grupo foi até a empresa de valores e usou dinamite para explodir o prédio.

O policial civil André Luís Ferro da Silva, do Grupo de Operações Especiais (GOE), foi baleado durante a ação e morreu na Santa Casa da cidade. Os ladrões levaram cerca de R$ 10 milhões.s ladrões também usaram um caminhão canavieiro para bloquear a pista da Rodovia Marechal Rondon, no sentido Birigui (SP) a Araçatuba. O grupo rendeu o motorista e deixou o veículo atravessado na pista, impedindo a chegada da polícia.

Na época, os criminosos, armados com um arsenal de guerra, explodiram o prédio da empresa e roubaram R$ 10 milhões. Câmeras de segurança registraram as primeiras ações do grupo.

Fonte
g1 rio preto
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